21 de Agosto de 2008, 17h05 – Hotel Derby
“Dia 20, Quarta-feira, dissemos adeus a Roma. O dia começou às 7h30 da manhã com o telemóvel do Sérgio a tocar desalmadamente. Eu só adormeci por volta das 2 da manhã porque, no bar do Tiber Camp, o Sr. Sérgio pediu-me um cappucino e esqueceu-se de mencionar que queria descafeínado. lol
O dia começou animado, com o Sérgio a dançar dentro da caravana feito maluco. O costume! Depois de uma banhoca, acabámos de arrumar as coisas e fomos fazer o check-out e tomar o pequeno-almoço. Mesmo bom.
Apanhámos o shuttle para a estação do metrobus e depois apanhámos o próprio metrobus até Roma, onde apanhávamos o metro até à estação Roma Termini, onde apanharíamos o comboio! Phew!

Chegada a hora do comboio, entrámos e procurámos os nossos lugares. Entretanto apareceram duas espanholas que foram sentadas ao nosso lado no resto da viagem. Nós já sabíamos que os espanhóis adoram falar, mas estas espanholas, ui… não se calavam. Numa determinada altura meteram conversa connosco e conversa vai, conversa vem dissemos que estávamos a fazer um interrail e elas perguntaram se íamos a Espanha. Nós explicamos que como Espanha estava logo ali ao lado de Portugal, seria mais fácil ir noutra altura.
Entretanto a viagem naquele comboio chegava ao fim. Estávamos numa estação nos arredores de Florença e precisávamos ainda de apanhar um comboio regional para o centro da cidade. O comboio chegava daí a uns 10 minutos e nós fomos andando para a plataforma. Chegamos lá, e quem é que encontramos? O Richard e a namorada! lol Tinham apanhado o comboio anterior ao nosso e estavam também à espera do regional para a estação de Firenze S.N.M.
Lá fomos nós todos à conversa até à estação de Florença. Quando chegamos, dissemos adeus e lá fomos nós à procura do hotel. Era relativamente perto da estação, mas com as malas às costas e com o calor parecia muito mais longe. Lá encontramos o hotel e, para não variar muito, o nosso quarto era noutro edifício. Lá chegamos ao quarto e pudemos descansar um pouco.
O hotel tinha bom aspecto, mas a casa-de-banho que nos tinha calhado não era grande coisa. Não existia banheira, apenas um ralo no chão e uma cortina com bonecos engraçados a dividir o espaço. A torneira do chuveiro era uma daquelas que se abre para cima e fecha para baixo, mas isto apenas funcionaria bem se ela se segurasse no sítio e não andasse sempre a sair. lol Cada vez que abríamos a água a torneira ficava na nossa mão. Não dava muito jeito, principalmente quando se queria tomar banho. Enfim. Era o único ponto negativo do hotel. O quarto era grande, tinha ar condicionado e TV. E o pequeno-almoço estava incluído. =)

Bem, depois de descansarmos um pouco, fomos almoçar, pois já tínhamos imensa fome. Após o almoço, resolvemos apanhar o comboio para Pisa, pois ficava apenas a 1h de comboio de Florença e iria ser rápido, já que Pisa não tem muito para ver. lol Chegados lá, fomos directamente à torre. Continua torta. lol É muito gira e perfeitinha na sua forma torta. É engraçado de a ver, ao lado das catedrais tão direitinhas. Ainda fomos dar uma volta pelos souvenirs e voltámos para apanhar o comboio de volta para Florença.
Aqui chegados, fomos buscar o jantar e dormir. Eu adormeci ainda de roupa. lol. De manhã acordámos e fomos para o hotel ao lado tomar o pequeno-almoço. Chegámos foi mesmo em cima da hora, já não havia muito para comer.
Depois passeamos pelo mercado/feira aqui da zona para escolhermos os souvenirs que faltavam comprar, e seguimos até ao centro da cidade. Demos umas voltas e fomos almoçar. Éramos para comer no Yellow’s Bar, que vinha no livro do Sérgio, mas quando lá chegámos, o bar estava fechado para férias.
Tivemos então que ir procurar outro local. Encontrámos um restaurante muito giro e lá ficámos a almoçar. A pasta era muito boa e bastante saborosa. Do melhor que já comemos em Itália.

Depois de enchermos o papo, resolvemos subir à cúpula da catedral de S. Maria del Fiore. Enquanto estávamos na fila para subir, as espanholas do comboio passaram por nós. lol. Muito simpáticas, reconheceram-nos, disseram adeus de longe e seguiram caminho. Bem, não existindo elevador, tivemos que subir 400 e tal degraus até ao topo da cúpula, por escadinhas pequenas e espaços encolhidos.
Custou mas valeu a pena. A vista de lá de cima é lindíssima e por dentro podemos ver a cúpula de tão perto. É simplesmente maravilhoso. Descemos então os degraus e fomos comer um gelado pois o calor era imenso. Passámos pelo mercado para comprar mais souvenirs e voltamos para o hotel.
Por hoje é tudo, amanhã haverá mais.
Sofia.”
